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Renato Gadelha evita falar em enfraquecimento com saídas de dois oposicionistas da AL

O parlamentar acredita que a partir de 2017, o socialista começará a ter dificuldades para manter aliados no Poder Legislativo.

Por: Blog do Gordinho

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Renato Gadelha novaO líder da oposição, Renato Gadelha (PSC), afirmou que irá aguardar o comportamento dos deputados Jullys Roberto (PMDB) e Antônio Mineral (PSDB) a partir de janeiro do próximo ano, quando assumirão as titularidades dos mandatos, em relação ao apoio ou não ao governador Ricardo Coutinho (PSB) na Assembleia Legislativa. O parlamentar acredita que a partir de 2017, o socialista começará a ter dificuldades para manter aliados no Poder Legislativo.

Renato Gadelha elogiou os deputados Dinaldinho Wanderley (PSDB) e José Aldemir (PP) que deixarão a Casa Epitácio Pessoa para assumirem as prefeituras de Patos e Cajazeiras, respectivamente, e observou que os novos titulares fazem parte de partidos que integram a oposição.

“Evidentemente que vamos perder dois bons deputados e é preciso ver o comportamento dos dois parlamentares que só serão titulares a partir de janeiro. Então, ainda não conversei com eles para saber se estão alinhados com a bancada da situação, acredito que não porque os dois são de partidos da oposição”, disse.

Apesar de Antônio Mineral já ter confirmado que se mantém na base do governo, Renato Gadelha ponderou que a administração estadual já dá sinais de enfraquecimento que poderão refletir na Assembleia Legislativa.

“Eu acho que o governo começa a perder o apoio popular, e depois, o apoio das bancadas porque a administração mostra sinais de cansaço, a parte econômica do governo vai muito mal, o governo teve sua nota rebaixada na consideração de risco para empréstimo. O governador disse que vai ser muito difícil pagar os salários em dia a partir de janeiro e isso tudo vai repercutir dentro da base aliada dele. Existe um problema com o governo federal, querendo hostilizar a visita de um ministro. Acredito que a partir do ano que vem esse dificuldade vai aumentar na base do governo”, concluiu.