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Ainda indecisa, Raíssa não teme retaliação caso assine pedido de CPI da Lagoa: "Não estou atrás de cargos"

A CPI conta com oito assinaturas, restando apenas uma para completar as nove necessárias para dar andamento ao pedido

Por: Maurílio Júnior

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A vereadora Raíssa Lacerda (PSD) sofreu uma alteração na pressão nessa terça-feira (12), o que a tirou da sessão desta quarta-feira (13) na Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). O pico de pressão, entretanto, não a evitou de direcionar um duro recado para a própria bancada na Casa de Napoleão Laureano. A parlamentar afirmou não temer retaliação se decidir assinar favorável pela instalação da CPI da Lagoa.

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“A população quer transparência, quer que a Câmara mostre transparência. Não estou atrás de cargos, não quero, se quiserem demitir os poucos que tenho, podem demitir. Não tenho preocupação, quero fazer o que a minha consciência pede. E ela pede para eu analisar o documento independente se sou aliada ou não do prefeito [Luciano Cartaxo]”, sentenciou.

A vereadora contou que os últimos dias foram desgastantes, o que teria provocado o susto na saúde. Medicada, ela leu até tarde da noite de ontem o documento enviado pelo líder da oposição da Câmara Municipal, Bruno Farias (PPS). “Estou lendo de forma minuciosa, não vejo problema de assinar. O documento é grandioso e requer uma maior atenção”, disse.

A CPI da Lagoa conta com oito assinaturas, restando apenas uma para completar as nove necessárias para dar andamento ao pedido. Raíssa Lacerda (PSD), da base governista do prefeito Luciano Cartaxo (PSD), pode decidir o rumo do processo.